De principio até parece um post religioso mas eu garanto com a minha própria vida que não é, aliás nada é o que parece (peço perdão pelo nonsense das palavras, uma das minhas maiores características é essa, de embaralhar o pensamento de quem lê essa crônica e pensar ''meu, o que esse louco tá falando'' é isso que eu ouço, que as minhas palavras não tem sentido, mas eu sou tão egoísta que eu escrevo as palavras só para o meu entendimento e eu espero um dia mudar essa concepção). Minutos atrás, eu estava lendo um blog e decidi postar no meu abandonado blog e abordar o tema Fraternidade, já é de longa data que eu estou com a palavra Fraternidade na minha cabeça martelando e martelando e resolvi destrinchar sobre o tema.
O meu primeiro contato com Brotherhood (eu vou usar o termo em inglês porque em português parece aquelas campanhas da igreja e isso soa estranho pra mim) foi com We Came as Romans, uma das minhas bandas preferidas, e eles sempre escrevem letras bem trabalhadas, potentes em relação a sociedade na qual vivemos e um dos temas é Brotherhood. O que é ser Fraternos? Analisando as letras do WCAR e pesquisando um pouco a mais sobre o tema, brotherhood é o que não somos, por mais heartless que eu seja eu acredito numa condição melhor, num amor melhor, nós fomos designados para mais mas parece que nós estamos sempre falhando com tanta destruição, a emergência no planeta Terra, os perigos da engenharia biogenética a insanidade virtual que vivemos, são máquinas construídas por máquinas construídas por máquinas...
Cada um, dentro de si escolheu a fraternidade que lhe agrada, independente se é nocivo ou benéfico. E agora a parte mais legal do blog (na minha opinião, a referência musical) como eu relatei antes, busquem We Came as Romans, e eu indico as músicas Intentions e To Plant a Seed.
Eu deixo uma indagação em aberto de uma música do WCAR: o que você vê em seu reflexo? Falsa culpa ou uma obra prima?
All
Escapismo
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Em asas fragéis de vaidade e cera.
O embargo agora será Mitologia Grega com uma fraca referência sobre Icaro, que na realidade não é o tema central desta. E sim Midas, o dono do toque e ouro que possui a seguinte história: Baco - Deus do Vinho - estava atordoado pela ausência de Sileno, seu pai de criação, mas alguns camponeses encontraram-o e Midas foi responsável por tal feito e com exultância o Deus do Vinho concede o direito de escolher qualquer recompensa, logo, Midas escolhe ter a habilidade do ouro, tudo que tocasse se tornaria dourado. E maravilhado com o seu ''poder'' seguiu caminho tocando em tudo que visse pela frente com a posterior transformação em ouro. Chegando em casa, ordenou aos criados que um magnifico repasto fosse servido e rapidamente percebeu que tudo onde tocava ou bebia se tornava ouro, e na minha opinião um fato que transcorreu e bastante impressionante (é pra mim nao foi) mais pra Midas foi assistir a transformação de sua filha em ouro apenas encostando-a. Detestando o seu dom, pedi a Baco que o livrasse daquela destruição fulgurante, assim Baco consentiu o seu desejo orientando-o que fosse ao Rio Pactolo para mergulhar o corpo, cabeça e alma na fonte que lhe dá origem. Com a respectiva ajuda, Midas segue o que foi explicitado e quando tocara as águas, as areias do rio tornaram-se auriferas até hoje.
Dali por diante, Midas passou a morar no campo cultuando Pã, Deus dos Campos, e numa cadeia de eventos o Deus dos campos resolve desafiar Apolo, com o parecer positivo do Deus da Lira, Tmolo - Deus das Montanhas - era o árbitro da competição, Pã tocou sua avena com uma melodia rústica que deu grande satisfação a si mesmo e ao seu fiel devoto Midas, mas Tmolo concede a vitória ao Deus da Lira que tocava de maneira estupenda. Midas discorda da vitória e Apolo intolerante com a manisfestação do mortal, decidi castigar as orelhas de tão depravados ouvidos do devoto de Pã, dando a ele orelhas de burros. Midas cobriu-as com um turbante para seus seguidores nao perceberem, apenas o cabeleireiro sabia e devia guardar segredo e incontente por não realizar a vontade, cava um buraco e exclama ''O Rei Midas tem orelhas de burro!'' e dentro deste cobriu-o de terra. Porém, o junco que cresceu no local, logo que atingiu certo tamanho começou a contar o caso em sussuro todas as vezes que a brisa sopra sobre o local.
E Dryden, em seu poema ''História do Banho'' atribui à rainha, esposa de Midas, a revelação do segredo.
E agora, usando uma citação musical a Mitologia Grega, podemos citar Alesana - uma das minhas maiores admirações nesse meio - é Ambrosia, e uma das partes da música que evidencia e deixa claro a influência de Midas é; once king of roses, now lord of gold, blessed with the gift of gilded touch, the Gods themselves envy my hand ... ♪
E eu sei, que para ouvidos tão depravados não será muito aceito Ambrosia de Alesana, devido aos gulturais.
Grato, pela proverbial atenção.
All Ω
Dali por diante, Midas passou a morar no campo cultuando Pã, Deus dos Campos, e numa cadeia de eventos o Deus dos campos resolve desafiar Apolo, com o parecer positivo do Deus da Lira, Tmolo - Deus das Montanhas - era o árbitro da competição, Pã tocou sua avena com uma melodia rústica que deu grande satisfação a si mesmo e ao seu fiel devoto Midas, mas Tmolo concede a vitória ao Deus da Lira que tocava de maneira estupenda. Midas discorda da vitória e Apolo intolerante com a manisfestação do mortal, decidi castigar as orelhas de tão depravados ouvidos do devoto de Pã, dando a ele orelhas de burros. Midas cobriu-as com um turbante para seus seguidores nao perceberem, apenas o cabeleireiro sabia e devia guardar segredo e incontente por não realizar a vontade, cava um buraco e exclama ''O Rei Midas tem orelhas de burro!'' e dentro deste cobriu-o de terra. Porém, o junco que cresceu no local, logo que atingiu certo tamanho começou a contar o caso em sussuro todas as vezes que a brisa sopra sobre o local.
E Dryden, em seu poema ''História do Banho'' atribui à rainha, esposa de Midas, a revelação do segredo.
E agora, usando uma citação musical a Mitologia Grega, podemos citar Alesana - uma das minhas maiores admirações nesse meio - é Ambrosia, e uma das partes da música que evidencia e deixa claro a influência de Midas é; once king of roses, now lord of gold, blessed with the gift of gilded touch, the Gods themselves envy my hand ... ♪
E eu sei, que para ouvidos tão depravados não será muito aceito Ambrosia de Alesana, devido aos gulturais.
Grato, pela proverbial atenção.
All Ω
domingo, 29 de agosto de 2010
Distração Mental
And I believe this may call for a proper introduction, and well don't you see, I'm the narrator, and this is just the prologue? ((:
Isso já diz tudo, e sem mais delongas eu explicarei porque Escapismo. Nas aulas de Literatura, designava o alívio de frustações ou realidades desagradavéis proveniente a devaneios ou até da mesmo da própria imaginação, tal característica aconteceu no Romantismo, na qual o mundo real é sempre uma frustração de seus idealismos e sonhos. E citando um exemplo de escapismo, é a música ''*Umbrellas and Elephants'' que condiz todas as dificuldades da vida através de algo como a arte ou a música - aliás é o tema central deste blog - e eu espero que sempre use uma referência literária ou épica em torno dos sons.
Segue abaixo, uma imagem do Romantismo na Literatura
Dando sequência, *Umbrellas and Elephants'' faixa que contém no album A Coloring Storybook and Long Playing Record do Cinematic Sunrise.
Segue abaixo, uma imagem do Romantismo na Literatura
Dando sequência, *Umbrellas and Elephants'' faixa que contém no album A Coloring Storybook and Long Playing Record do Cinematic Sunrise.
E como dito anteriormente, a música é que vai movimentar isto, e espero que apreciem. Por hora, é isso que tenho a oferecer e brevemente, expulsarei mais pensamento de mim (.
Grato pela proverbial atenção.
All Ω
All Ω
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